Frontalidade - Tolerância

Politicamente Incorreta

quinta-feira, fevereiro 07, 2013Teresa Varela

Sou, sempre fui e sempre serei politicamente incorreta. 
Gosto de franqueza e verdade e de olhar nos olhos dos outros, quando falo, sem cartas escondidas na manga.
Não sou diplomática, embora não goste de agredir ninguém, não digo o que não penso só para agradar e "ficar bem na fotografia".
Nem sempre a minha frontalidade me ajudou profissionalmente. A falta de subserviência nem sempre nos ajuda profissional ou socialmente.
Contudo, não digo verdades gratuitas e desagradáveis, aos outros, só porque me apetece ou me dá na "real gana". Não costumo dizer coisas como "Estás tão gorda" ou "Essa roupa não te fica nada bem", ou coisas similares que apenas servem para magoar ou ofender os outros. Nesses casos prefiro dizer, quando há uma alteração e é verdade,  "Acho que estás mais magra" ou "Esse género de roupa fica-te muito bem".
No entanto, no que se refere aos valores ou factos realmente importantes da vida, mesmo que a verdade me prejudique ou dificulte a vida, não hesito em dizê-la.
Sou humilde, o suficiente, para saber que nem sempre tenho razão, para ouvir os outros e para reconhecer que nem sempre faço as coisas mais acertadas. Quando erro assumo o meu erro e quanto mais depressa o faço melhor é. A espera causa-me ansiedade, que é coisa com a qual lido mal.
Não gosto de enfeitar as realidades desagradáveis com evasivas ou fantasias. Nem de dizer o que as pessoas querem ou gostariam de ouvir, ao invés da verdade, ou daquilo que realmente penso.
Tenho um espírito fortemente analítico e procuro sempre compreender as causas profundas das situações e analisá-las de todas as perspetivas.
Não pretendo ter sempre razão, mas sou de facto teimosa, pois, para aceitar mudar de ideias, ou chego lá por investigação ou raciocínios lógicos, ou, então, os outros têm que fundamentar as suas oposições em factos e análises realistas e objetivas, para me fazerem mudar de ideias.
Vem isto a propósito de, por vezes, as minhas crónicas poderem parecer demasiado acutilantes. Não é, de todo, minha intenção ofender alguém, mas não dou palmadinhas nas costas ou romanceio a realidade só para agradar.
Sou, contudo, bastante tolerante e procuro ver sempre nos outros o seu melhor, desvalorizando o seu pior.
Afinal, todos somos humanos, cheios de imperfeições e erros, mas, acredito que a maior parte de nós leva a vida inteira a tentar ser melhor, a tentar acertar, a tentar crescer, enquanto ser humano.
Universo em miniatura
Maravilhoso mar que nos fala de vida e da pureza cristalina da água e do sal que lhe dá tempero, sabor e imaginação..
Corajosas Árvores que nos tornam audazes e que morrem de pé...
Luminosa Lua que nos fala do sol,
Brancas as areias que nos falam das rochas,
Verde a vegetação que nos fala de todos os seres da Criação..
Brancas nuvens que nos falam da chuva e do eterno desabrochar das flores...

O Mar do Alentejo...!

Foto de Jorge Ganhão

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